Então foi isso que eu fiz e comecei a cantar. Quando dei por mim estava "enturmada" com a música.
Ao final dela, quando eu ouvi o público me acompanhando eu senti algo tão bom, eu queria mais e mais aquilo. Quando a música acabou eu sai do palco e ouvi a voz do meu pai.
- Filha não acredito - a imagem de felicidade o cercou, olhei para o meu pai e ele parecia incrédulo.
Dali em diante eu tinha uma certeza, " minha vida vai mudar " meu sub consciente disse a mim mesma.
Era meia noite quando eu estava em casa e o Gabriel bateu na minha porta.
- A noite nos espera - ele falou sorrindo assim que abri a porta
E eu fugi de casa com ele, de novo. Adivinha aonde nós fomos. Balada.
- Se arruma logo.
- Calma - coloquei o batom e pronto!
Saímos de casa sem fazer barulho .
A balada estava cheia.
- Vem - o fugitivo me puxou pela mão para que eu dançasse com ele, logo veio uma música calma e nós ficamos juntos.
- Como você se sentiu no palco? - falou bem baixinho no meu ouvido.
- Me senti muito bem - respondi do mesmo jeito.
- Anne, eu estou sentindo um sentimento tão novo para mim, na verdade eu queria te pedir .. - não não, eu o cortei.
- Gabriel, eu também estou gostando de você, mas ... melhor não, pelo menos por enquanto.
- Ta eu vou pegar uma bebida - ele saiu de perto de mim e eu fui me sentar em uma espécie de puf.
- Oi - disse um menino com o cabelo castanho escuro.
- Oi - eu respondi
- Seu nome é Anne, né?
- Sim, eu respondi com um ponto de interrogação na cabeça.
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